História das touradas em Portugal

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Bibliografia:

  • Catálogos Gerais – Direcção de Serviços de Documentação e Informação da Assembleia da República.
  • Gonçalves, Odete. “Touradas e poder político na transição do Sec. XVIII”, Revista História. Março de 2004.
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  • Almeida, Jaime Duarte de. “História da Tauromaquia”. Lisboa: Artis, 1951.
  • Ângelo, J. S. Faustino. “História breve da cultura tauromáquica em Portugal”. Alcobaça: Tipografia Alcobacense Limitada, 1983.
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  • Cardoso, António Manuel Monteiro. “A Revolução Liberal em Trás-Os-Montes (1820-1834). O Povo e as elites.”. ISCTE: Lisboa, 2004. (link)
  • Projeto de Lei nº 879/XIII/3 (PAN) – Determina a abolição de corridas de touros em Portugal (https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=42632)
  • Aviso n.º 4882/2007 (2ª série) 15/03/2007: https://dre.pt/application/file/2125615 (Carne DOP – Portugal)
  • Sindicato Nacional dos Toureiros Portugueses. “Síntese do valor económico e social da raça bovina brava”. Lisboa : Sind. Nac. dos Toureiros Portugueses, [D.L. 1975]. Pág. 11.
  • Regulamento (CE) nº 1107/2013– L298 05/11/2013: https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/PDF/?uri=CELEX:32013R1107&rid=1 (Carne DOP – UE)
  • Caderno de Especificações da Carne de Bravo do Ribatejo DOP. (Acedido em: https://tradicional.dgadr.gov.pt/images/prod_imagens/carne/docs/CE_Carne_Bravo_Ribatejo.pdf)
  • Francisco, Domingos. “Coruche na obra do Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles”. Coruche: Museu Municipal de Coruche, 2005.

Índice de capítulos:

  1. Introdução
  2. O início das lutas com touros
  3. A revolução liberal aboliu as touradas
  4. A República proibiu as touradas
  5. As touradas e a escravatura
  6. O Estado Novo criou e legalizou a “tourada à portuguesa“
  7. O surgimento dos Forcados Amadores
  8. A democracia, os subsídios e a cultura
  9. O fim das touradas nas regiões Norte e Algarve
  10. A violência das touradas e as crianças
  11. O cenário atual
  12. Cronologia
  13. Bibliografia

Lisboa: Câmara dos Senhores Deputados, 5 de julho de 1869.
“Lutar com animais bravos, maltrata-los e feri-los com traças ardilosas ou com destemida temeridade, mas por gosto e sem necessidade, é cousa repugnante e deplorável e que a moral não autoriza, e que muito dói a corações generosos. Semelhantes espetáculos não amenizam os instintos, nem levantam o nível moral de um povo, bem ao revés d’isto só servem para obdurar os ânimos, tolhendo os progressos da sua moralidade e empanando com uma nódoa os brilhos da atual civilização.”

Joaquim Alves Matheus;
José de Aguilar;
Antonio Pereira da Silva;
Augusto da Cunha Eça e Costa;
João Carlos de Assis Pereira de Mello;
Fernando Augusto de Andrade Pimentel e Mello;
Henrique Barros Gomes;
António Joaquim da Veiga Barreira;
José Dionysio de Mello e Faro;
Barão da Ribeira de Pena;
Henrique de Macedo Pereira Continha;
Jose Augusto Correia de Barros;
Francisco Pinto Beata;
Luiz Vicente d’Affonseca;
Henrique Cabral de Noronha e Menezes;
Filippe José Vieira;
José Luiz Vieira de Sá Júnior;
Joaquim Nogueira Soares Vieira.