Portugueses não querem mais touradas na RTP

Portugueses não querem mais touradas na RTP
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As touradas são, nos últimos anos, o principal motivo de queixa dos telespetadores ao Provedor da RTP, além de serem um espetáculo que não reúne consenso na nossa sociedade, pelo que é entendimento da Plataforma Basta que a RTP se deve abster de transmitir este tipo de conteúdo na sua emissão, escutando a opinião do seu público e do Provedor do Telespectador que já por diversas vezes referiu que a transmissão de touradas “não é serviço público” e que a RTP não deve transmitir este tipo de programa (ver relatórios do Provedor).

Recordamos que o impacto da violência das touradas, levou o Estado português ( através do Decreto-Lei n.º 89/2014 ) a reconhecer que “o espetáculo pode ferir a susceptibilidade dos espectadores”, advertência que passou a ser obrigatória nos cartazes de publicidade às touradas ( Alínea j) do artigo 22º do referido decreto ).

É ainda importante salientar que em 2014, o Comité dos Direitos da Criança das Nações Unidas reconheceu que a exposição de crianças à violência das touradas em Portugal, constitui uma grave violação da Convenção dos Direitos da Criança, tendo a tauromaquia sido incluída no capítulo da “Violência contra crianças” a par dos castigos corporais e abuso e negligência, no relatório final de avaliação ao nosso país.

A RTP é o único canal de televisão em sinal aberto em Portugal a emitir touradas em direto na sua emissão, depois da TVI ter abdicado deste tipo de conteúdo. Nos últimos anos é cada vez maior o isolamento das touradas, repudiadas por um número crescente de cidadãos. A própria Rádio Renascença deixou em 2003 de promover a sua tradicional Corrida de Touros.

Aficionados não concordam com mais touradas na TV

Curiosamente a transmissão de touradas na RTP também não é consensual junto dos apreciadores das touradas, conforme demonstrou a sondagem encomendada pela Federação Prótoiro, realizada em Março de 2011 pela Eurosondagem, onde 63,1% das pessoas que gostam de touradas admitiram não concordar que a televisão transmita mais corridas de touros. Este estudo diz ainda que mais de 70% dos aficionados da região sul do país são contra o aumento da transmissão televisiva de touradas.

Atualmente já existem no mercado canais de televisão privados específicos para este tipo de público. Entendemos, por isso, que a RTP deve ter uma posição isenta num tema polémico e que divide a nossa sociedade, esperando que no futuro a televisão pública abdique deste tipo de conteúdo.

Anúncio de tourada na programação infantil da RTP2
A Plataforma Basta apresentou hoje o seu protesto junto do Provedor do Telespetador da RTP e solicitou esclarecimentos à Administração da televisão pública, a propósito da emissão de um anúncio de uma tourada na passada sexta feira de manhã ( 4 de agosto de 2017 ) durante o programa infantil “Zig Zag” na RTP2. O anúncio – apresentado entre dois programas infantis – exibiu imagens de grande impacto, com animais a ser lidados, farpeados e a escorrer sangue (real).
A Plataforma Basta, no âmbito da campanha “Infância sem violência“, considera chocante a apresentação de um anúncio de conteúdo violento durante a programação infantil num canal público de televisão, esperando que este episódio se tenha tratado de um lapso da RTP, que o mesmo venha a ser reconhecido pela Administração da estação de televisão e sejam tomadas medidas de forma a evitar que situações destas se repitam no futuro.

Aficionados não concordam com mais touradas na TV

Ainda a propósito da transmissão de touradas na RTP, aproveitamos para informar que curiosamente, este assunto também não é consensual junto dos apreciadores das touradas, conforme demonstrou a sondagem encomendada pela Federação Prótoiro, realizada em Março de 2011 pela Eurosondagem, onde 63,1% das pessoas que gostam de touradas admitiram não concordar que a televisão transmita mais corridas de touros. Este estudo diz ainda que mais de 70% dos aficionados da região sul do país são contra o aumento da transmissão televisiva de touradas.

Em Portugal, dos três canais em sinal aberto, apenas a RTP transmite touradas na sua emissão, depois da TVI ter abdicado deste tipo de conteúdo. Atualmente já existem no mercado canais de televisão específicos para este tipo de público.

Entendemos, por isso, que a RTP deve ter uma posição isenta num tema polémico e que divide a nossa sociedade, esperando que no futuro a televisão pública abdique deste tipo de conteúdo.

Plataforma Basta. Lisboa, 7 de agosto de 2017.

 
 
Anexos:
Estudo de Opinião (Prótoiro/Eurosondagem):
https://issuu.com/protoiro/docs/estopiniao_protoiro_marco11
Nota: A questão sobre a transmissão de touradas na televisão, só foi respondida pelos entrevistados que são aficionados, os que são indiferentes e os que não concordam que “se tire a liberdade a quem gosta de assistir a actividades com toiros”.
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Provedor ignora telespetadores e foge às suas responsabilidades

Provedor ignora telespetadores e foge às suas responsabilidades
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A plataforma Basta considera que o provedor do telespectador da RTP, Jorge Wemans, desrespeitou os milhares de cidadãos que apresentaram queixa pela transmissão em directo de uma tourada na passada sexta-feira, dia 21 de julho na emissão da RTP1, ao não assumir as suas responsabilidades consagradas na Lei nº 2/2006 de 14 de fevereiro que define as competências do cargo, ao considerar de forma simplista que, sobre a matéria em apreço, o Provedor do Telespetador não tem poder de decisão e que as queixas enviadas se traduzem na adesão dos cidadãos a uma campanha que considerou “mal dirigida”.

Consideramos inaceitável e de muito mau gosto a posição assumida pelo Provedor

A Basta, na véspera da transmissão da tourada na RTP, informou através das redes sociais os seus aderentes e seguidores do serviço disponibilizado pelo Provedor da RTP para apresentação de queixas em relação à programação da estação de televisão pública. Na sequência desta informação, largos milhares de cidadãos enviaram livremente as suas queixas ao Provedor, contestando a transmissão em directo (durante 3 horas) de uma tourada pela violência e pelos maus tratos a animais que tal conteúdo apresenta.

É importante salientar que nos últimos anos, apesar da redução do numero de touradas transmitidas pela RTP, elas continuam a ser o principal motivo de queixa dos telespectadores da RTP, e que o anterior Provedor salientou o elevado volume de queixas recebidas e considerou que a transmissão de touradas “não é serviço público” e que a RTP se devia abster de transmitir este tipo de programa.

A Basta lembra que, de acordo com o artigo 23º-D da Lei nº 2/2006 de 14 de fevereiro, compete ao Provedor:

a) Receber e avaliar a pertinência de queixas e sugestões dos ouvintes e telespectadores sobre os conteúdos difundidos e a respectiva forma de apresentação pelos serviços públicos de rádio e de televisão;
b) Produzir pareceres sobre as queixas e sugestões recebidas, dirigindo-os aos órgãos de administração e aos demais responsáveis visados;
c) Indagar e formular conclusões sobre os critérios adoptados e os métodos utilizados na elaboração e apresentação da programação e da informação difundidas pelos serviços públicos de rádio e de televisão;
d) Transmitir aos ouvintes e telespectadores os seus pareceres sobre os conteúdos difundidos pelos serviços públicos de rádio e de televisão;
e) Assegurar a edição, nos principais serviços de programas, de um programa semanal sobre matérias da sua competência, com uma duração mínima de quinze minutos, a transmitir em horário adequado;
f) Elaborar um relatório anual sobre a sua actividade.

Neste sentido, consideramos inaceitável e de muito mau gosto a posição assumida pelo Provedor, em resposta às queixas apresentadas, desconsiderando e desvalorizando a opinião dos cidadãos e demitindo-se das suas responsabilidades, de forma que objetivamente favorece os interesses da tauromaquia.

Não está em causa a discussão sobre a legitimidade da existência de touradas em Portugal, mas a exigência de que o Provedor ouça os cidadãos e transmita a sua opinião e as suas queixas à Administração da televisão pública.

A Basta espera ainda que a RTP respeite a voz dos seus telespectadores e tenha uma posição neutral e pedagógica num assunto que é polémico e que nunca reuniu consenso na nossa sociedade. Não é verdade que a transmissão de touradas cative os portugueses. A TVI deixou de transmitir touradas na sua emissão e a RTP tem vindo a reduzir significativamente o número de touradas transmitidas, o que demonstra o fraco retorno do investimento neste tipo de conteúdo.

Anexo:

Resposta do Provedor às milhares de queixas apresentadas pelos cidadãos portugueses devido à transmissão de touradas na RTP1:

Exmo(a) Senhor(a),

Encarrega-me o Senhor Provedor do Telespetador de lhe transmitir a seguinte resposta:

“Recebi a mensagem que enviou para o meu endereço de correio eletrónico. Ela traduz a sua adesão a uma campanha que terá, seguramente, as suas razões de ser. É, porém, uma campanha mal dirigida pois sobre a matéria em causa o Provedor do Telespetador não tem poder de decisão.

Para sua informação:

A RTP1 esta temporada vai limitar-se à transmissão de três touradas.

Sobre a transmissão de touradas pela RTP, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social já se pronunciou, bem como, anteriormente e sobre o valor cultural das mesmas, o Ministério da Cultura. Também sobre tais transmissões se pronunciou, mais do que uma vez, o meu antecessor.

Creio, assim, que para impedir a transmissão de touradas na RTP1 talvez tenha de obter legislação específica nesse sentido. Penso também que os argumentos (pró e contra) são suficientemente conhecidos. Cabe agora a palavra a quem tem capacidade legal de impor uma decisão.

m/ cumprimentos,

Jorge Wemans

Provedor do Telespetador”

Susana de Faria
Gabinete de Apoio aos Provedores

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Basta pede à RTP que escute os seus telespectadores

Basta pede à RTP que escute os seus telespectadores
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touradas rtp

A Plataforma Basta escreveu ontem ao Presidente do Conselho de Administração da RTP solicitando que sejam ouvidos os telespectadores da televisão pública e que a RTP se abstenha de emitir touradas na sua programação. A missiva foi enviada com conhecimento do Presidente do Conselho de Opinião da RTP, o Presidente do Conselho Geral Independente da RTP e o Ministro da Cultura.

A RTP tem o dever de escutar a opinião dos seus telespectadores e do seu representante que é o Provedor

No ano de 2016 a RTP voltou a emitir corridas de touros em direto na sua emissão, apesar de, em janeiro de 2016, o Provedor do Telespectador, Jaime Fernandes, se ter pronunciado sobre este polémico assunto no programa “Voz do Cidadão” [1], respondendo a um total de 8.280 queixas dos telespectadores [2]. Jaime Fernandes considerou que “a transmissão de touradas não é serviço público” e que a RTP se devia abster de transmitir este tipo de conteúdo [1].

De acordo com os relatórios do Provedor dos últimos anos, a transmissão de touradas é o principal motivo de queixas dos telespectadores da RTP, representando em 2015 55% do volume total de queixas efetuadas [2].

O Estado português reconhece que as touradas “podem ferir a suscetibilidade dos espectadores” conforme está estipulado no Decreto-Lei n.º 89/2014 de 11 de junho.

A “violência da tauromaquia” foi reconhecida como uma das violações da Convenção dos Direitos da Criança e incluída no capítulo “violência contra crianças” do Relatório de Avaliação Periódica referente a Portugal do Comité dos Direitos da Criança da ONU de 31 de janeiro de 2014 [3], onde se refere que o Estado português deve adotar “medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e o seu impacto nas crianças”.

Sendo as touradas um tipo de espectáculo polémico que não é consensual na opinião pública portuguesa, entendemos que a RTP deve assumir uma posição de imparcialidade abstendo-se de promover este tipo de conteúdo na sua emissão.

A Plataforma Basta está consciente que a transmissão de corridas de touros é uma das fontes de receita da Casa do Pessoal da RTP, instituição que tem promovido algumas dessas transmissões no canal público.

Nesse sentido, e apelando aos valores éticos e civilizacionais de respeito e compaixão pelos animais, e à rejeição da violência, sugerimos a realização de um evento musical, com a colaboração de figuras públicas e artistas portugueses, cujas receitas revertam para a Casa do Pessoal da RTP, em alternativa à promoção e emissão de touradas em direto na televisão pública.

[1] Programa “Voz do Cidadão” de 23 de janeiro de 2016
[2] http://media.rtp.pt/institucional/wp-content/uploads/sites/31/2015/07/PT-Relatorio2015_Final.pdf
[3] http://basta.pt/wp-content/uploads/CRC_C_PRT_CO_3-4_16303_E.pdf

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Touradas perderam 42% do público nos últimos 5 anos

Touradas perderam 42% do público nos últimos 5 anos
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ESTATISTICA touradas IGAC 2015-01

  • Número de espectadores voltou a cair em 2015
  • Números oficiais desmentem a indústria tauromáquica
  • Touradas atingiram o número mais baixo de sempre de espectadores

A plataforma Basta congratula-se com a drástica redução no número de espectadores que assistem a espetáculos tauromáquicos em Portugal, nos últimos cinco anos, o que confirma o crescente desinteresse da sociedade portuguesa pela tauromaquia.​

De acordo com as estatísticas oficiais agora divulgadas pela Inspeção Geral das Atividades Culturais, as touradas tiveram uma redução de público de 6,42% em 2015, seguindo uma tendência de queda nas últimas décadas.

Os 395.463 espectadores contabilizados pela IGAC em 2015, representam o valor mais baixo de sempre em Portugal desde que são publicadas as estatísticas oficiais (1998). No ano passado atingiu-se ainda menor número de touradas realizadas no país (207).

Analisando os números oficiais, constata-se que em apenas cinco anos (2010-2015) as corridas de touros perderam 42% do seu público em Portugal.

Estes números desmentem totalmente a indústria taurina que tem anunciado um alegado aumento de espectadores nas corridas de touros nos últimos anos e que agora se comprova ser falso.

A redução significativa do número de espectadores nas touradas nos últimos cinco anos em Portugal, demonstra que o nosso país se prepara para um inevitável avanço civilizacional – a abolição das touradas – acompanhando os progressos que têm sido alcançados em matéria de proteção aos animais.

As touradas são cada vez mais contestadas na nossa sociedade pelo seu carácter violento contra pessoas e animais.

ONU quer crianças afastadas da tauromaquia

O Comité dos Direitos da Criança das Nações Unidas dirigiu-se expressamente ao Governo português, em fevereiro de 2014, advertindo para a necessidade de afastar as crianças e jovens da “violência da tauromaquia”. Segundo o Comité, a exposição de crianças a esta atividade constitui uma forte violação da Convenção dos Direitos da Criança.

Provedor do telespectador da RTP não quer touradas na emissão

A 23 de janeiro de 2016, no programa “A Voz do Cidadão”, o Provedor do telespectador da RTP, Jaime Fernandes, voltou a considerar que “a transmissão de touradas não é serviço público” e que a RTP não devia transmitir touradas na sua emissão. As touradas foram ainda o principal motivo de queixa dos espectadores da RTP.

Estatísticas oficiais da IGAC (1998-2015):

Temporada Espetáculos Espectadores
1998 290 603.000
1999 337 703.000
2000 360 620.000
2001 359 630.000
2002 372 680.000
2003 345 720.000
2004 287 478.000
2005 279 503.542
2006 269 494.693
2007 307 620.200
2008 307 698.142
2009 313 663.033
2010 301 681.140
2011 274 609.052
2012 254 479.560
2013 241 441.551
2014 221 422.597
2015 207 395.463

Plataforma Basta. Lisboa, 8 de março de 2016

Relatório 2015 – IGAC

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Tourada de gala teve a pior audiência do ano na RTP

Tourada de gala teve a pior audiência do ano na RTP
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A tourada transmitida pela RTP1 no passado dia 1 de outubro, obteve a pior audiência da época com um share de apenas 10,9%, muito abaixo dos canais concorrentes que à mesma hora atingiram mais de 30%. A corrida de touros emitida em direto, ao longo de 3 horas, a partir da praça de touros do Campo Pequeno, incluiu um cortejo de gala “à antiga portuguesa”, mas não foi suficiente apelativa para o público português, obtendo a pior audiência do ano e uma redução de 123.500 espectadores em relação à primeira tourada emitida a 2 de julho deste ano e menos 66.500 em relação à última transmissão realizada a 4 de setembro.

O Provedor do Telespectador já afirmou que a transmissão de touradas não é serviço público.

A drástica redução das audiências das touradas na televisão, acompanha a redução significativa de público nas praças de touros, que nos últimos 10 anos diminuiu 40% de acordo com as estatísticas oficiais da Inspeção Geral das Atividades Culturais.

A RTP decidiu transmitir em direto 7 corridas de touros este ano, apesar da forte contestação dos seus espetadores que apresentaram milhares de queixas pela emissão deste tipo de conteúdo, pelo seu carácter violento e pelas imagens de maus tratos a animais. O próprio Provedor do Telespectador salientou recentemente o elevado aumento no número de queixas recebidas em relação à emissão de touradas na televisão pública, que considerou não ser serviço público de televisão.

Recorde-se que a TVI já deixou de emitir touradas na sua emissão à semelhança do que acontece com a SIC que também não inclui este tipo de conteúdo na sua programação.

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Audiências do dia 1 de outubro de 2015 – Fonte: GfK/CAEM
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Tourada retira audiência à RTP

Tourada retira audiência à RTP
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A RTP, através da sua “Casa do Pessoal” promoveu no passado dia 26, sexta-feira, mais uma tourada transmitida em direto pelo canal público de televisão a partir da praça de touros da Póvoa do Varzim.

Apesar da insistente ideia de que as touradas geram grandes audiências, a verdade é que os números revelam precisamente o contrário. Na passada sexta-feira a aposta da RTP na transmissão de uma tourada a partir das 22 horas valeu-lhe uma queda nas audiências ficando muito atrás da SIC e TVI no horário em que foi transmitida a corrida de touros.

Share % – 26 de julho de 2013

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Share % – Fonte: GFK/CAEM

Analisando os dados da GFK/CAEM relacionados com o share dos programas transmitidos cerca das 22 horas de sexta-feira, verificamos que a tourada da RTP esteve muito abaixo dos programas transmitidos à mesma hora pela SIC e TVI. “Dancing Days”, transmitido pela SIC a partir das 21.51 h., obteve 31,6% de share enquanto o programa “Ok Ko” da TVI, transmitido a partir das 21.50 h., conseguiu 23,5%. A “Grande Corrida TV Norte” com início às 21.58 h. alcançou apenas 12,5% de share.

Não é verdade que as touradas gerem grandes audiências. O fracasso da transmissão da passada sexta-feira da RTP, paga pelos contribuintes portugueses, é apenas mais um exemplo disso mesmo.

Os portugueses na sua maioria não aprovam os maus tratos aos animais e a violência injustificada das touradas o que se reflete na redução do número de touradas e de espectadores.

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