Presidente da Associação de Empresários Tauromáquicos usa abusivamente a marca “Pingo Doce”

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Mais uma vez o empresário tauromáquico Paulo Pessoa de Carvalho, que é Presidente da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), usou de forma abusiva o nome da marca “Pingo Doce” anunciando na publicidade às corridas de touros que organiza no mês do Outubro na praça de touros Palha Blanco, que os bilhetes para as touradas estavam à venda no Supermercado Pingo Doce de Vila Franca de Xira. Alertada pelos seus seguidores, a Plataforma Basta contactou novamente o Serviço de Apoio ao Cliente do “Pingo Doce” dando conta da publicidade enganosa e questionando se é verdade tal informação. O Serviço de Apoio ao Cliente do Pingo Doce garante que a cadeia de supermercados não vende bilhetes para touradas e que a marca está a ser indevidamente utilizada “por terceiros, para benefício dos próprios, não havendo qualquer autorização por parte do Pingo Doce para esse efeito”. Uma vez que se trata de uma situação que ocorre repetidamente em Vila Franca de Xira e um abuso cometido pelo mesmo empresário tauromáquico, a Basta aguarda informações do Pingo Doce sobre as diligência efetuadas no sentido de terminar com a associação abusiva do Pingo Doce às touradas e a responsabilização do empresário e Presidente da APET pela publicidade enganosa.

Publicamos a informação prestada pelo Serviço de Apoio ao Cliente do Pingo Doce:

“O Pingo Doce não está a efectuar a venda de bilhetes para a tourada em Vila Franca de Xira, nem está associado, directa ou indirectamente, ao evento em causa.
A publicidade sobre a venda destes bilhetes está a ser feita por terceiros, para benefício dos próprios, não havendo qualquer autorização por parte do Pingo Doce para esse efeito, sendo indevida a associação do nome desta empresa na referida publicidade.
Uma vez que se trata de uma reincidência, o Pingo Doce irá reforçar as devidas diligências, por forma a terminar com esta publicidade enganosa e utilização abusiva do nome do Pingo Doce, o quanto antes.

pingo doce touradas tauromaquicos

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Pingo Doce não apoia touradas

Pingo Doce não apoia touradas
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A conceituada marca de supermercados “Pingo Doce” surgiu como um dos patrocinadores de uma tourada a realizar no dia 29 de julho na localidade de Foz do Sizandro, no concelho de Torres Vedras. A Plataforma Basta e milhares de consumidores indignados com o patrocínio da marca a um evento polémico, que implica maus tratos a animais e que não é consensual na sociedade portuguesa, contactaram o serviço de apoio ao cliente do Pingo Doce, solicitando esclarecimentos acerca do patrocínio e questionando a marca acerca do apoio à realização de touradas em Portugal.

O Pingo Doce não apoia esta iniciativa, bem como não apoia outras iniciativas da mesma natureza

Hoje, 27 de julho de 2017, o Serviço de Apoio ao Cliente Pingo Doce emitiu um comunicado esclarecendo a polémica, referindo que “o departamento responsável avaliou a questão que nos colocou, e esclarece que a presença da marca Pingo Doce na publicidade a uma corrida de touros na Foz do Sizandro, no dia 29 de Julho, é indevida”. Significa que o logotipo da marca foi abusivamente utilizado na publicidade à tourada, criando profunda indignação junto dos consumidores. O Pingo Doce faz questão ainda de referir que “o Pingo Doce não apoia esta iniciativa, bem como não apoia outras iniciativas da mesma natureza” e informa que foram tomadas internamente as devidas diligências para apurar este lapso.

A plataforma Basta saúda a posição assumida pela marca e o esclarecimento prestado à plataforma e consumidores.

A utilização abusiva e indevida de marcas conceituadas na promoção de touradas é, infelizmente frequente, e já levou várias empresas e instituições a esclarecer publicamente o uso indevido da sua imagem e a assumir que não apoiam a realização de touradas em Portugal. Recentemente as marcas Riberalves, Heineken, Liga Portuguesa contra o Cancro, IPO, Oliveira da Serra, Minipreço, Licor Beirão, Bosch, entre outras, esclareceram a plataforma Basta que a sua marca foi indevidamente associada às touradas e que não apoiam este tipo de eventos.

pingo doce touradas patrocinio

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‘Intermarché’ e ‘Riberalves’ apoiam touradas?

‘Intermarché’ e ‘Riberalves’ apoiam touradas?
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intermarche touradas moita 4 junho 2017

Espetáculo tauromáquico na praça de touros da Moita, 4 de junho de 2017

Realizou-se no passado dia 4 de junho na praça de touros da Moita, um evento solidário intitulado “Vamos ajudar a Catarina” que, entre outras atividades, incluiu um espetáculo tauromáquico com “demonstrações de toureio e de pegas” e a participação de crianças da Escola de Toureio da Moita. A publicidade ao evento incluía o apoio de diversas marcas e entidades, entre as quais, as marcas “Intermarché” e “Riberalves” facto que motivou a indignação de muitos dos seguidores e apoiantes desta plataforma.

Neste sentido, e uma vez que o evento em causa, não foi licenciado pela Inspeção Geral das Atividades Culturais conforme determina a lei, a plataforma Basta entendeu solicitar esclarecimentos às referidas marcas acerca do apoio a este evento.

Apelamos a todos os cidadãos, indignados com o envolvimento do “Intermarché” e “Riberalves” no apoio a práticas tauromáquicas que implicam maus tratos a animais, que solicitem igualmente esclarecimentos às empresas referidas, através dos seguintes emails: apoioconsumidorportugal@mousquetaires.com, riberalves@riberalves.pt

Mensagem sugerida:

Exmos. Senhores,

Tendo tomado conhecimento do apoio da vossa prestigiada empresa a um evento solidário realizado na praça de touros da Moita, que incluiu um espetáculo tauromáquico com lide de animais (demonstração de toureio e de pegas), venho por este meio solicitar o seguinte esclarecimento:

– É intenção da vossa empresa continuar a apoiar a realização de eventos tauromáquicos em Portugal?

Com os melhores cumprimentos,

(Nome)

moita solidaroa tourada intermarche riberalves

 

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Pingo Doce não apoia nem vende bilhetes para touradas

Pingo Doce não apoia nem vende bilhetes para touradas
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pingo doce touradas bastaA cadeia de supermercados Pingo Doce respondeu aos milhares de pedidos de esclarecimento e indignação pela publicidade a duas touradas em Vila Franca de Xira onde era anunciada a venda de bilhetes no Pingo Doce.

A Plataforma Basta contactou a marca no sentido de obter esclarecimentos acerca da informação que estava a ser difundida através da publicidade a duas touradas previstas para a praça de touros de Vila Franca de Xira, promovidas pelo empresário Paulo Pessoa de Carvalho (Presidente da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos), nos dias 1 e 2 de julho de 2017.

O Serviço de Apoio ao Cliente do Pingo Doce esclareceu que não vende bilhetes para touradas e que o nome da empresa foi indevidamente associado aos eventos tauromáquicos.

O Pingo Doce informou ainda que “já tomou as devidas diligências, por forma a terminar com esta publicidade enganosa e utilização abusiva do nome do Pingo Doce, o quanto antes”.

A Plataforma Basta agradece o esclarecimento e tomada de posição da empresa, bem como a todos os cidadãos que manifestaram a sua indignação e pedidos de esclarecimento junto da empresa.

Publicamos na íntegra a resposta que recebemos hoje do Pingo Doce.

Estimado(a) Cliente,

Desde já agradecemos o seu contacto o qual foi objecto da nossa melhor atenção.

É nosso objectivo prestar um serviço de excelência aos nossos clientes, seja pelo atendimento, seja pela qualidade dos produtos que comercializamos. Como tal, informamos que o departamento responsável avaliou a questão que nos colocou, e esclarece que o Pingo Doce não está a efectuar a venda de bilhetes para a tourada em Vila Franca de Xira e não está associado, directa ou indirectamente, ao evento em causa.

A publicidade sobre a venda destes bilhetes está a ser feita por terceiros, para benefício dos próprios, não havendo qualquer autorização por parte do Pingo Doce para esse efeito, sendo indevida a associação do nome desta empresa na referida publicidade.

O Pingo Doce informa ainda que já tomou as devidas diligências, por forma a terminar com esta publicidade enganosa e utilização abusiva do nome do Pingo Doce, o quanto antes.

Agradecemos o seu alerta, pois trabalhamos diariamente para que todos os nossos clientes continuem connosco, e satisfeitos com os nossos produtos e serviços.

Com os melhores cumprimentos, continuaremos ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional através da nossa Linha Cliente 808 20 45 45 ou 210 11 44 11, disponível 24 horas.
Atentamente,
Serviço de Apoio ao Cliente Pingo Doce

 

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Câmara da Póvoa de Varzim não apoia touradas

Câmara da Póvoa de Varzim não apoia touradas
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“Uma nova etapa na forma como a Póvoa de Varzim se relaciona com os animais”. Foi assim que a autarquia da Póvoa de Varzim anunciou o fim do abate de animais no canil municipal e dos apoios para a organização de touradas na cidade.

Aires Pereira, Presidente da Câmara da Póvoa, revelou que o município deixará de apoiar todas as touradas que se realizem na cidade. “Era tradição a Câmara Municipal oferecer a Praça de Touros às entidades que promovem este espetáculo, ficando isentas do pagamento do aluguer da Praça de Touros. Sendo assim, todas as touradas que se realizarem na Póvoa de Varzim a partir de agora já não contarão com a aposta de dinheiros públicos”. O autarca sublinhou que “enquanto a lei permitir este género de espetáculo, a Câmara Municipal não irá proibir a sua realização, mas investir o dinheiro dos contribuintes poveiros é algo que não irá mais acontecer”.

A partir de agora, as entidades que pretendam organizar touradas na Póvoa de Varzim terão que pagar a taxa de aluguer do espaço, cifrada em 8.000 euros.

A Plataforma Basta congratula-se com o anúncio feito pelo Presidente Aires Pereira, considerando esta decisão um exemplo para outras autarquias, um louvável ato de justiça e um grande avanço civilizacional para este município.

A tauromaquia é uma atividade insustentável financeiramente, sobrevivendo graças ao recurso aos fundos públicos através de subsídios e outros apoios das autarquias locais e dos fundos da União Europeia para a criação de bovinos, que no caso da raça brava, têm como destino a praça de touros.

A Plataforma Basta, após uma extensa pesquisa, estimou em 2012 que em Portugal são usados todos os anos cerca de 16 milhões de euros de fundos públicos no apoio à atividade tauromáquica.

Sem os apoios das autarquias locais não seria possível manter esta atividade em Portugal.

praca-touros-povoa-varzim

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Liga Portuguesa Contra o Cancro não apoia touradas

Liga Portuguesa Contra o Cancro não apoia touradas
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  • Direção da Liga assume publicamente oposição às touradas.
  • Instituição recusa estar associada à violência da tauromaquia e já solicitou a anulação da tourada a favor do Núcleo Regional dos Açores.

lpcc-logo

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) anunciou publicamente através da sua página na rede social “facebook” que é “absolutamente contra a realização de touradas e de espetáculos semelhantes”.

A comunicação surge na sequência do anúncio, através de uma conferência de imprensa, e em diversos órgãos de comunicação tauromáquicos, da organização de uma tourada no próximo dia 29 de maio, na praça de touros de Angra do Heroísmo, cujas receitas revertiam a favor do Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro, com a participação do Matador espanhol Javier Castaño.

A Plataforma Basta contactou, no dia 28 de abril, a Direção da Liga para solicitar esclarecimentos acerca da notícia que deixou indignados milhares de cidadãos.

Hoje, o Presidente Nacional da LPCC, Vítor Veloso, informou a Plataforma que “a Direção da Liga Portuguesa Contra o Cancro é absolutamente contra a realização de Touradas ou de espetáculos semelhantes e, que, de imediato, providenciamos no sentido da anulação do espetáculo programado pelo Núcleo Regional dos Açores. Apresentamos as nossas desculpas por tão insólita organização que só por descuido, desatenção e inexperiência foi anunciado. Com a certeza que não pactuamos com este tipo de espetáculo”.

A Basta congratula-se com a posição assumida pela Direção da LPCC, no respeito pelos valores fundamentais de responsabilidade social, ao não aceitar a colaboração na organização de um espetáculo violento e que implica maus tratos graves a animais.

Lembramos que a tourada é um espetáculo cada vez mais repudiado pelos cidadãos portugueses. De acordo com as estatísticas oficiais, nos últimos 5 anos (2010-2015) as corridas de touros perderam 42% do seu público em Portugal (fonte: IGAC).

Em Fevereiro de 2014, o Comité dos Direitos da Criança da ONU reconheceu o carácter violento da tauromaquia, instando o Estado português, a adoptar medidas para proteger as crianças e jovens da “violência física e mental da tauromaquia”;

Sendo a Liga Portuguesa Contra o Cancro uma instituição prestigiada e com reconhecido mérito na sociedade portuguesa, é com agrado que recebemos a informação que esta instituição não aceita estar conotada com as touradas, pelo facto, já felicitamos a sua Direção.

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I.P.O. de Lisboa nega envolvimento em evento tauromáquico

I.P.O. de Lisboa nega envolvimento em evento tauromáquico
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ipo lisboa cartazFoi anunciado pela imprensa taurina um espetáculo tauromáquico na praça de touros da Barquinha com o objetivo de angariar fundos para o Instituto Português de Oncologia de Lisboa (I.P.O.), com o slogan “o aficionado é solidário e a festa brava sabe ajudar”.

O evento, designado “concurso de pegas”, inclui a lide de reses bravas e a participação de diversos grupos de forcados, não tendo sido autorizado pela Inspeção Geral das Atividades Culturais (I.G.A.C.). Esta estranha situação, que envolve uma instituição de grande prestígio em Portugal (I.P.O.), motivou a indignação de muitos cidadãos, e um pedido de esclarecimento enviado pela plataforma Basta ao Presidente do Conselho de Administração do I.P.O. de Lisboa.

O I.P.O. contactou esta tarde a plataforma Basta, esclarecendo que não tinha conhecimento da realização deste evento, garantindo que não tem qualquer tipo de ligação ou protocolo com os promotores do evento tauromáquico anunciado para o próximo dia 26.

Confirma-se assim que, mais uma vez, a indústria tauromáquica utiliza de forma abusiva o nome de instituições para a realização de eventos tauromáquicos designados de “solidários”. O caso em apreço será denunciado às autoridades competentes na matéria.

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“Oliveira da Serra” não patrocina tourada em Vila Boim

“Oliveira da Serra” não patrocina tourada em Vila Boim
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Imagem: facebook.com/ReceitasOliveiradaSerra

O Departamento de Marketing e Comunicação do Grupo Sovena contactou hoje a coordenação da Plataforma Cívica Basta para esclarecer que a marca "Oliveira da Serra" foi indevidamente associada a uma tourada a realizar em Vila Boim no próximo dia 12 de Outubro, deixando claro que não patrocina a tourada.

A Basta solicitou esclarecimentos à empresa na semana passada depois de ser contactada por inúmeros cidadãos indignados com o alegado patrocínio da "Oliveira da Serra" a uma tourada anunciada publicamente para a localidade de Vila Boim no município de Elvas. A publicidade ao evento tauromáquico exibe o logotipo da marca como "patrocinador" da tourada, situação desmentida prontamente pela empresa.

A Basta congratula-se com o esclarecimento prestado e com o facto de um número crescente de empresas rejeitar a associação das suas marcas a eventos onde os animais são sujeitos a actos de crueldade, como é o caso das touradas, posições que vêm ao encontro dos valores de responsabilidade social que norteiam estas instituições.

Recorde-se que, só no último ano, empresas como a Bosch, Heineken, Minipreço e Licor Beirão assumiram posições onde se demarcam das touradas, rejeitando patrocinar a tauromaquia.

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“Minipreço” não patrocina mais touradas

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foto: www.minipreco.pt

O Departamento de Comunicação do “Minipreço”, cadeia de supermercados do “Grupo Dia, Distribuidora Internacional de Alimentação”, informou a plataforma cívica “Basta” que a sua imagem foi utilizada indevidamente como alegado patrocinador de um evento tauromáquico em Bencatel (Distrito de Évora). A empresa acrescenta que “o Minipreço não se associa a questões que envolvam a violação dos Direitos dos Animais, mesmo que de tradição cultural, como a tourada. O caso que nos relatou foi devido a um patrocínio de franchising não tendo havido conhecimento nem autorização central do mesmo. Gostaríamos, no entanto, de informar que devido ao seu contacto, já efectuámos todas as diligências para que nenhum tipo de patrocínio volte a suceder, sendo claro que o Minipreço não se associa a nenhum evento que implique a violação de quaisquer tipo de Direitos.”.

A plataforma cívica “Basta” congratula-se com o esclarecimento prestado pela empresa depois das dúvidas em relação ao alegado apoio da marca “Minipreço” a eventos que implicam a lide e maltrato de animais com a agravante de, neste caso específico, incluírem a participação de alguns menores.

Esta tomada de posição do “Minipreço” surge poucos dias após a multinacional “Heineken” também ter informado do uso abusivo da marca na publicidade a uma tourada em Espanha: “A Heineken não apoia este evento nem apoiamos nenhum outro relacionado com as touradas”, referiu a empresa em comunicado.

Já em 2012, o Grupo Bosch anunciou que “jamais apoiará touradas” após ser informado pela “Basta.” que o seu logotipo estava a ser utilizado na publicidade às touradas na cidade de Albufeira.

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Heineken anuncia que não apoia touradas

Heineken anuncia que não apoia touradas
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O Grupo Heineken anunciou publicamente que não patrocina eventos tauromáquicos. A comunicação da empresa surgiu depois da polémica gerada com o alegado patrocínio da marca de cerveja a uma Feira Taurina nas Festas da “Virgen de la Peña” em Tordesilha (Espanha).

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Uso abusivo da marca Heineken na publicidade às touradas em Espanha

Fortemente criticada pelos consumidores, a Heineken esclarece que o logotipo da marca foi utilizado de forma abusiva na promoção dos festejos taurinos, exigindo a sua retirada imediata de toda a publicidade ao evento. O anúncio foi feito nas redes sociais e também na página web da marca.

“A Heineken não apoia este evento nem apoiamos nenhum outro relacionado com as touradas”

O Grupo Heineken faz ainda questão de incentivar os consumidores a denunciar outros casos em que a sua imagem seja associada a este tipo de eventos: “Queremos agradecer aos nossos consumidores por nos informar de imediato sobre este assunto. Incentivamos os nossos consumidores a continuar a utilizar as redes sociais para nos alertar sobre qualquer situação em que sintam que a nossa marca está a ser mal utilizada, que que assim possamos adoptar as medidas adequadas.”

A Heineken junta-se assim a dezenas de marcas que nos últimos anos fazem questão de se distanciar da tauromaquia. Recorde-se que no ano passado o Grupo Bosch anunciou que “jamais apoiará touradas” após ser informado pela “Basta” que o seu logotipo estava a ser utilizado na publicidade às touradas na cidade de Albufeira.

 

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“Licor Beirão” ordena retirada de publicidade em blog tauromáquico

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A marca “Licor Beirão” diligenciou junto de um blog tauromáquico português para que retirasse a publicidade que exibia desta marca. Diz a empresa que não desejam “de maneira alguma estar envolvidos em questões tão fracturantes da nossa sociedade” e que “a publicidade ao Licor Beirão foi colocada nesse blog por um amigo do nosso administrador, numa outra actividade desportiva que não a tauromaquia  (rugby), sem qualquer retribuição económica da n/ parte”.

Os animais agradecem e a sociedade portuguesa também.

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Bosch anuncia que ‘jamais apoiará touradas’

Bosch anuncia que ‘jamais apoiará touradas’
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bosch_touradasO logotipo do Grupo foi usado de forma abusiva na promoção das touradas em Albufeira.
Os folhetos de promoção às corridas de touros realizadas na praça de Albufeira, distribuídos publicamente, apresentavam o simbolo da conceituada empresa Bosch. A estranha situação (uma vez que há muito que as grandes marcas internacionais se recusam a associar a sua imagem a eventos sangrentos e que implicam a violência e o sofrimento de animais), foi comunicada ao grupo Bosch na Alemanha e motivou uma imediata reacção e esclarecimento da empresa, que se desmarca totalmente da promoção das touradas:
“O fundador do Grupo, Robert Bosch, tornou a responsabilidade social um valor fundamental da sua empresa, e hoje em dia este valor é promovido em todas as localizações Bosch no mundo. Desta forma, a Bosch não é, nunca foi e nunca será a favor deste tipo de evento.​
Após averiguarmos a situação, descobrimos que a tourada foi apoiada por uma oficina que pertence a um conceito de Módulos da Bosch, que é um programa de certificação técnica. Estes senhores violaram o acordo assinado connosco e utilizaram indevidamente o logótipo da nossa empresa. Por isso, estão a ser tomadas medidas legais para evitar novo abuso da marca.”
A postura da Bosch demonstra o quanto a prática da tauromaquia é malvista e condenada a nível internacional.

 

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